Uma igreja inclusiva ou igreja excluída?

Bem, nesse post falaremos um pouco sobre um assunto não tão usual nas igrejas, no entanto bem oportuno, haja vista que o cerne...

Onde você tem procurado pelo Salvador?

Muitas pessoas tem buscado a salvação para os seus problemas ou a Cristo em sepulcros, depositando seus corações...

Deus anseia estar conosco em todos os momentos

À medida em que estamos em Cristo, enxergamos as bençãos sob outra perspectiva. O que Deus pode nos dar passa...

Como funciona a tentação?

Olá galera que nos acompanha pelo blog! Bem, postaremos um breve estudo sobre tentação da revista de jovens "Respostas Bíblicas para perguntas Intrigantes", bem espero que gostem, abraços!...

Mês de Maio: Em busca do Tesouro Escondido

Neste mês de maio o Jovens Marcados está entrando em um propósito da leitura do livro de Provérbios durante o mês todo...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Sábado Jovem - Curtindo a vida adoidado!






A paz do Senhor galera, estão todos convidados a participar do sábado jovem neste dia 21/05 às 19:30 no Ministério Evangélico Meshareth, que se localiza na Av. Dr. Roberto de Almeida Vinhas- 645, Boqueirão (ao lado do Festa Park). Esperamos por vocês lá! Que Deus os abençoe!

Jovens Marcados

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Em busca do Tesouro Escondido! A origem do conhecimento. Pv 1

Graça e paz irmãos!

Bem, neste mês de maio, estamos em busca do "Tesouro Escondido", portanto estamos fazendo a leitura do livro de provérbios durante o mês todo de Maio do dia 1° ao 31° o que equivale aos capítulos desse livro.
Pois bem aventureiros, vasculhando o mapa de provérbios capítulo 1, encontrei várias coisas fantásticas, no entanto, gostaria de enfatizar um verso que nos aproximará desse tesouro escondido. No verso 7 temos a seguinte declaração: "O temor do Senhor é o princípio do conhecimento..." Provérbios 1:7.  
Veja que interessante, esse verso nos mostra que toda a tentativa de o homem construir um conhecimento colocando Deus à parte, marginalizando-o, está fadado a uma visão arbitrária e parcial, pois o "temor do Senhor é o princípio do conhecimento". O ramo de estudos que pesquisa a origem do conhecimento é chamado de "epistemologia". Por muito tempo, o homem vem estudando como se dá o processo do conhecimento na mente humana, e há vários pesquisadores de renome, sobretudo do século passado, tais como: Piaget que fala sobre a "epistemologia genética", Vigostsky que aborda a teoria "sócio-histórica", Wallon que aborda a teoria da "psicogênese da pessoa humana". O que esses teóricos tem em comum? Todos esses três expoentes no campo da epistemologia, afirmam que o conhecimento começa a ser construido à partir do nascimento. No século passado todos acreditavam nessa afirmação, no entanto, logo veio outro teórico chamado Jorge Visca tratando sobre a "epistemologia convergente"e descobriu que aprendemos antes de vir ao mundo; ele afirma que começamos a aprender à partir do terceiro mês de vida na barriga de nossas mães. No meio acadêmico tal descoberta teve grande repercussão e velhos conceitos tiveram de ser revistos. Contudo, com o avanço tecnológico, mais uma vez o homem descobre que havia se enganado,pois a Física Quântica e a Neurociência fazem uma grande descoberta quanto à origem do conhecimento e afirmam que o homem começa a aprender no momento da concepção. Nesse momento, já são enviadas informações ao subconsciente quanto às manias, gênio etc... 
Observando todas essas informações, não há como eu não pensar na passagem bíblica que há muitos e muitos séculos atrás já dizia:   "Os teus olhos viram o meu embrião" Salmos 139:16 e "Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi" Jeremias 1:5. O Senhor nos formara no ventre, subentende-se que toda essa formação se dá na concepção! Que fato maravilhoso! 
Ora, o homem demorou tantos séculos para descobrir o que já estava na bíblia há muitos anos! 
Não quero de modo nenhum aqui, retirar os méritos de tais homens, até porque são teorias notáveis, porém enquanto o homem procura a explicação das coisas que o cerca desprovido do temor do Senhor, ele somente irá dar voltas e voltas e quando não, acabar contradizendo teorias anteriores. O Senhor é o criador de todas as coisas, o homem deve começar a entender as coisas pelo princípio, e este princípio é o temor do Senhor. A Palavra de Deus é eterna e permanece para sempre! Glória a Deus!

Reflitam nisso e corram em busca do tesouro escondido!

Abraços e até a próxima

Líder de mocidade - Leandro

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Posso eu estar pagando pelos erros dos meus pais ou dos meus antepassados?

Graça e paz amados,

Fiquem com um estudo do livro da EBD da editora Cristã Evangélica "Respostas Bíblicas para perguntas intrigantes", baseado no livro II Reis 14: 5-6. Boa leitura...

Um dos grandes problemas de algumas pessoas é a recusa de assumir as suas próprias responsabilidades. Muitos preferem colocar a culpa de suas falhas e de seus problemas nos outros, especialmente nos pais ou nos antepassados. Apesar de ser verdade que podemos receber más influências de nossos pais, a Bíblia é muito clara em afirmar que todos nós temos responsabilidade individual por nossos próprios atos e escolhas. Cada um dará conta de si mesmo a Deus (Romanos 14:12). É fato que minhas atitudes podem influenciar negativamente meus descendentes, mas todos nós temos o privilégio e a responsabilidade de fazermos escolhas de maneira correta. 
Reflexão: - Você já viu alguém que tem tudo na vida desperdiçar suas chances e tornar-se um miserável?
               - Você conhece alguém que teve tudo para ser um fracasso e conseguiu ser um vencedor?
               - O que acontece alguém que procura comodamente culpar os seus pais pelo seu fracasso?
Certamente esta é mais uma forma que as pessoas usam para fugir de suas responsabilidades. Isto é, achar que esteja pagando pelos pecados dos pais ou antepassados. 
É verdade que a Bíblia diz que Deus visita "a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração" (Êxodo 20:5). Vamos entender esse texto.
1. A iniquidade está ligada à perversidade, à injustiça. É não reconhecer o direito que Deus tem sobre o que Ele está pedindo que se faça ou não faça.
2. A expressão "terceira e quarta geração" é idiomática e transmite a ideia de continuidade.
3. A quem se aplica? Aos que aborrecem a Deus com o pecado de idolatria. No mesmo versículo o Senhor diz que Ele é "Deus zeloso", que significa "ciumento". Mas não é um sentimentalismo da parte de Deus, mas sim Sua atitude para com aqueles que quebram a aliança ao procurar outros deuses, esquecendo-se que Deus exige exclusividade: "Eu sou o Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, não darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura" (Is 42:8)
Alan Cole lembrou que este mundo pertence a Deus, e estamos envolvidos uns com os outros. Então, qualquer violação da lei de Deus numa geração fatalmente afetará as gerações futuras. Por exemplo: escravidão, exploração, tirania, poluição, imoralidade, etc. O que chamamos de resultados naturais são apenas uma expressão da lei de Deus, punindo a desobediência à Sua palavra (Êxodo - introdução e comentário, Vida Nova).
Não podemos passar a vida culpando os antepassados, mas também não podemos nos esquecer de semear boas coisas aos nossos filhos e futuras gerações.

Deus os abençoe!

Leandro - líder de mocidade

sábado, 7 de maio de 2011

Sofrendo por Jesus.

Graça e paz,

O devocional de hoje é de autoria dos nossos estimados irmãos Jaime e Judith Kemp e possui reflexões profundas sobre o assunto "Sofrendo por Jesus", vamos então à leitura e espero que sejam tremendamente edificados!

Irmãos, tenham os profetas que falaram em nome do Senhor como exemplo de paciência diante do sofrimento. Como vocês sabem, nós consideramos felizes aqueles que mostraram perseverança. Vocês ouviram falar sobre a perseverança de Jó e viram o fim que o Senhor lhe proporcionou. Tiago 5.10-11

Não podemos ficar cegos e surdos, sobre o sofrimento, a dor, a adversidade e seu significado na vida do cristão.
A história nos mostrou a perseguição que a igreja enfrentou nos dois primeiros séculos. Ainda hoje temos tido notícias de nossos irmãos em Cristo, que estão sendo perseguidos por amor a Jesus. E tudo isso, a Bíblia  já previra que aconteceria. Mateus nos fala sobre perseguição no capítulo 5, versículo 10-11 e Timóteo se refere a ela em Timóteo 3.12. O livro de Atos fornece as informações mais antigas da oposição e vingança dos líderes judaicos contra o início do cristianismo. Os cristãos foram advertidos sobre a futura perseguição, mas eles não compreenderam a seriedade da situação.
A maioria da população brasileira, criada sob a influência do consumismo moderno, nunca enfrentou as barbaridades de uma guerra mundial e desconhece o que é perseguição. não se tem ideia do preço pago por alguns, para favorecer a muitos, com a liberdade religiosa.
Para os que entendem o evangelho, a cruz representa a maior demonstração de amor de todos os tempos. Cristo, o Deus encarnado, morreu para libertar milhões de pessoas da ecravidão do pecado. Milhares morreram porque não renunciaram sua crença nesse amor. Eles são homens e mulheres dos quais o mundo não é digno (Hebreus 11).
Embora, muitas vezes, nos esqueçamos delas, as perseguições são reais e continuam acontecendo no mundo atual. O que o amanhã trará só Deus sabe. De qualquer forma estou certo de que, como cristãos, precisamos estar bem atentos e sensíveis para orar e socorrer nossos irmãos que sofrem.
Lembrem-se, não é porque moramos no Brasil que estamos isentos das perseguições, e das dores. Nunca se sabe o poderá ocorrer. Acima de tudo, não podemos esquecer que um dia estaremos perante o Senhor prestando contas da nossa fidelidade ao servi-lo e, também, aos nossos irmãos, principalmente aos que estão sofrendo.

Pense nisso: Se viermos a enfrentar sofrimento, adversidade, dor nos dias que estão por vir, seja como igreja ou indivíduos, que tenhamos a mesma coragem, confiança e fé de nossos irmãos que dedicaram sua vida em favor do evangelho.

Fonte: Devocional para casais Ed. Hagnos - Jaime e Judith Kemp.

Deus os abençoe!

Irmão Leandro - Líder de mocidade JM

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mês de Maio - Em Busca do Tesouro Escondido

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Tornando-se AMIGO DE DEUS!



Tornando-se amigo de Deus


Como tivemos restaurada a nossa amizade com Deus pela morte de seu Filho, enquanto éramos seus inimigos, certamente seremos libertos da punição eterna por meio  de sua vida.
Romanos 5.10; nlt

Deus quer ser o seu melhor amigo.

O seu relacionamento com Deus tem muitos e variados aspectos: Deus é seu Autor e Criador, Senhor e Mestre, Juiz, Redentor, Pai, Salvador e muito mais. Porém, a mais espantosa verdade é esta: o Deus todo-poderoso anseia ser seu amigo!
No Éden, vemos o relacionamento ideal de Deus para conosco. Adão e Eva desfrutavam de uma amizade íntima com Deus. Não existiam rituais, cerimônias ou religião — apenas um simples e cari­nhoso relacionamento entre Deus e as pessoas que ele criou. Livres de culpas ou medos, Adão e Eva desfrutavam de Deus, e Deus des­frutava deles.
Fomos feitos para viver continuamente na presença de Deus, mas após a queda do homem aquele relacionamento ideal foi perdido. Somente umas poucas pessoas no Antigo Testamento tiveram o pri­vilégio de uma amizade com Deus. Moisés e Abraão foram chamados “amigos de Deus”, Davi foi chamado “um homem segundo o coração de Deus”, e Jó, Enoque e Noé eram amigos íntimos de Deus.[Êxodo 33.11,17; 2Crônicas 20.7; Isaías 41.8; Tiago] Entre­tanto, medo de Deus, e não amizade, eram mais comuns no Antigo Testamento.
Então Jesus mudou a situação. Quando pagou nossos pecados na cruz, o véu do Templo, que simbolizava nossa separação de Deus, foi rasgado de cima para baixo; indicando que o acesso direto a Deus estava novamente disponível.
Ao contrário dos sacerdotes do Antigo Testamento, que tinham de passar horas se preparando para encontrá-lo, atualmente pode­mos chegar a Deus a qualquer instante. A Bíblia diz: Podemos agora exultar em nosso maravilhoso novo relacionamento com Deus — tudo por causa do que nosso Senhor Jesus Cristo fez por nós, tornando-nos amigos de Deus. [Romanos 5.11]
Ter amizade com Deus só é possível por causa da graça de Deus e do sacrifício de Jesus. Tudo isso é feito por Deus, o qual, por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em amigos dele.[2Coríntios 5.18] Um antigo hino diz “Quão bondoso amigo é Cristo”, mas na verdade Deus nos convida a desfrutar da amizade e da companhia das três pessoas da Trindade: nosso Pai, [1João 1.3.] o Filho [1Coríntios 1.9] e o Espírito Santo. [2Coríntios 13.14]
Jesus disse: Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que O seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido. [João 15.15] A palavra utili­zada para “amigo” nesse versículo não significa uma relação superfi­cial, mas um relacionamento íntimo e de confiança. A mesma palavra é usada para se referir ao padrinho de casamento [João 15.15] e ao círculo de amigos íntimos e de confiança de um rei. Em uma corte real, os servos devem manter distância do rei, mas o círculo de amigos de confiança desfruta de proximidade, acesso direto e informações confidenciais.
Que Deus me queira como amigo íntimo é difícil entender, mas a Bíblia diz: ... que [...] zela ardentemente pelo relacionamento com vocês.  [Êxodo 34.14]
Deus deseja muito mesmo que o conheçamos profundamente. Na verdade, ele planejou o universo e orquestrou a história, incluindo os detalhes de nossa vida, para que nos tornássemos seus amigos. A Bíblia diz: Deus criou toda a raça humana e criou a terra habitável, com fartura de tempo e de espaço, a fim de que pudéssemos buscar a Deus; não só ficar como que apalpando no escuro, mas realmente o encontrar. [Atos 17.26,27]
Conhecer e amar a Deus é nosso maior privilégio, e sermos conhe­cidos e amados é o maior prazer de Deus. Ele diz: Se alguém quiser se orgulhar, que se orgulhe de me conhecer e de me entender [...] Estas são as coisas que me agradam. [Jeremias 9.24]
É difícil imaginar uma amizade íntima entre um Deus perfeito, invisível e onipotente e um ser humano limitado e pecador. Não é tão difícil compreender um relaciona­mento de Mestre para servo, Criador para criatura ou mesmo de Pai para filho; mas o que quer dizer o fato de Deus me querer como amigo? Olhan­do a vida dos amigos de Deus na Bí­blia, aprendemos seis segredos para uma amizade com Deus. Faremos um exame de dois segredos neste capítulo e de mais quatro no próximo.

Tornando-se amigo de Deus


Conversando constantemente. Você jamais cultivará um relaciona­mento íntimo com Deus apenas indo à igreja uma vez por semana ou mesmo tendo um período de busca diária. Uma amizade com Deus é construída ao partilharmos com ele todas as nossas experiências.
É lógico que é importante estabelecer o hábito de um momento diário consagrado a Deus, mas ele quer mais que um compromisso na sua agenda. Ele quer ser incluído em todas as atividades, todas as con­versas, todos os problemas e até mes­mo em todos os pensamentos. Você pode manter uma conversa contí­nua e ilimitada com ele ao longo do dia, conversando sobre o que quer que você esteja fazendo ou pen­sando no momento. Orem continuamente [1Tessalonicenses 5.17.] significa conversar com Deus enquanto faço compras, trabalho ou realizo qualquer outra tarefa diária.
Um conceito errôneo bastante comum é de que “passar seu tempo com Deus” significa estar sozinho com ele. É claro que, como no exem­plo dado por Jesus, você precisa de um tempo a sós com Deus; mas isso se refere somente a uma parte do período que você passa acordado. Tudo que você faz pode ser “passar seu tempo com Deus”, se ele for convidado para tomar parte e você estiver consciente de sua presença. Um livro clássico sobre como desenvolver uma constante conver­sa com Deus se chama A prática da presença de Deus. Ele foi escrito no século xvii pelo irmão Lourenço, humilde cozinheiro de um monastério francês. O irmão Lourenço era capaz de tornar as mais banais e insignificantes tarefas, como preparar refeições e lavar pra­tos, em atos de louvor e comunhão com Deus. A chave para uma amizade com Deus, ele dizia, não é mudar o que você faz, mas mu­dar a sua atitude em relação ao que faz. Ou seja, o que você normal­mente faz por si mesmo comece a fazer por Deus: comer, tomar banho, trabalhar, relaxar ou jogar o lixo fora.
Hoje em dia, freqüentemente sentimos que precisamos “escapar” de nossa rotina para adorar a Deus; mas isso somente porque não aprendemos a praticar sua presença durante todo o tempo. O irmão Lourenço achava fácil adorar a Deus nas tarefas comuns da vida; ele não precisava participar de retiros espirituais especiais.
Isso é o ideal para Deus. No Éden, a adoração não era um evento onde se comparecia, mas uma atitude permanente; Adão e Eva esta­vam em constante comunhão com Deus. Como Deus está com você durante todo o tempo, nenhum outro lugar é mais próximo dele do que o lugar onde você está neste exato momento. A Bíblia diz: Ele comanda todas as coisas, está em todos os lugares e em todas as coisas. [Efésios 4.6b] Outra das providenciais idéias do irmão Lourenço era fazer conti­nuamente orações curtas e informais ao longo do dia, em vez de tentar realizar longas sessões de orações complexas. Para manter o foco e neutralizar divagações, ele dizia: Não o aconselho a usar uma grande variedade de palavras na oração, visto que longos discursos são freqüentemente motivos para devaneios. Em uma época em que há falta de concentração, essa sugestão com 450 anos de idade para manter a simplicidade parece especialmente importante.
A Bíblia nos diz: Orem continuamente. Como isso é possível? Uma forma é utilizar “orações de um fôlego” ao longo do dia, como muitos cristãos têm feito durante séculos. Você escolhe uma frase curta que pode ser repetida para Jesus em uma respiração: “Tu estás comigo”; “Eu recebo a tua graça”; “Eu dependo de ti”; “Eu quero co­nhecer-te”; “Eu pertenço a ti”; “Ajuda-me a confiar em ti”; Você tam­bém pode usar uma frase curta da Bíblia: “Para que eu viva em Cristo”; “Jamais me deixarás”; “Tu és o meu Deus”. Faça essas orações com a maior freqüência possível, de modo que fiquem profundamente enraizadas no seu coração. Apenas se assegure de que sua motiva­ção é honrar a Deus, e não controlá-lo.
Praticar a presença de Deus é uma habilidade, um hábito que você pode desenvolver. Assim como os músicos praticam escalas diariamente, a fim de tocar belas músicas com facilidade, você deve se obrigar a pensar em Deus em diversos momentos do dia. Você deve treinar sua mente a se lembrar de Deus.
Em primeiro lugar, você irá criar lembretes que restabeleçam re­gularmente a consciência de que Deus está com você naquele mo­mento. Comece dispondo lembretes visuais em torno de si. Você pode escrever pequenos bilhetes dizen­do: “Deus é comigo e por mim neste exato momen­to!”. Os monges beneditinos utilizam o soar de um relógio, que os lembra de hora em hora que devem parar e fazer sua “oração das horas”. Se você tem um relógio ou um telefone celular com alarme, pode proceder da mesma forma. Em alguns momentos você sentirá a presença de Deus, em outros não.
Se você está buscando uma experiência com a presença de Deus por meio de tudo isso, então não compreendeu o sentido disso tudo. Nós não louvamos a Deus para nos sentirmos bem, mas para agir­mos bem. Seu objetivo não é uma sensação, mas uma consciência constante da realidade de que Deus está sempre presente. Esse é o estilo da vida de adoração.

Através da meditação contínua. A segunda forma de estabelecer amizade com Deus é pensar na sua Palavra durante todo o dia. Isso se chama medi­tação, e a Bíblia nos exorta repetidamente a me­ditar sobre quem Deus é, o que ele fez e o que ele disse. [Salmos 23.4; 143.5; 145.5; Josué 1.8; Salmos 1.2]
É impossível ser amigo de Deus deixando de lado o conhecimento do que ele diz. Você não pode amar a Deus a não ser que o conheça, e não pode conhecê-lo sem conhecer sua Palavra. A Bí­blia diz que Deus se manifestava a Samuel [...] pela palavra do Se­nhor,[1Samuel 3.2.] e Deus ainda hoje utiliza esse mesmo método.
Embora você não possa passar o dia inteiro estudando a Bíblia, pode pensar a seu respeito ao longo do dia, recordar os versículos que leu ou decorou e refletir sobre eles.
A meditação é freqüentemente mal-interpretada como algum ri­tual misterioso e complicado, praticado por ascetas e monges isola­dos. Mas meditar é simplesmente concentrar os pensamentos — uma habilidade que pode ser adquirida por qualquer pessoa e posta em prática em qualquer situação.
Quando você se mantém pensando repetidamente sobre um pro­blema, isso se chama preocupação. Quando você se mantém pen­sando repetidamente na Palavra de Deus, isso se chama meditação. Se você sabe se preocupar, já sabe meditar! Basta que você desvie a atenção dos seus problemas para os versículos bíblicos. Quanto mais você meditar na Palavra de Deus, menores serão suas preocu­pações.
A razão pela qual Deus considerava Jó e Davi amigos íntimos era o fato de eles valorizarem a sua Palavra acima de qualquer coisa e de pensarem nela continuamente durante todo o dia. Jó reconheceu: Dei mais valor às palavras de sua boca do que ao meu pão de cada dia. [Jó 23.12] Davi disse: Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro [Salmos 119.97] e Elas estão constantemente em meus pensamentos. Não consigo pa­rar de pensar nelas. [Salmos 77.12]
Amigos dividem segredos, e Deus irá partilhar com você os seus segredos, se você desenvolver o hábito de pensar em sua Palavra do princípio ao fim do dia. Deus contou seus segredos a Abraão e fez o mesmo com Daniel, Paulo, os discípulos e outros amigos.[Gênesis 18.17; Daniel 2.19;  1Coríntios 2.7-10]
Quando você ler a Bíblia ou ouvir um sermão ou uma fita, não cometa o erro de simplesmente “deixar para lá” e seguir em frente. Desenvolva a prática de ficar revisando a verdade em sua mente, pensando continuamente sobre ela. Quanto mais tempo você repas­sar o que Deus disse, mais compreenderá os “segredos” desta vida que muitas pessoas deixam escapar. A Bíblia diz: O Senhor é amigo chegado de quem o respeita e lhe obedece. A essas pessoas Ele revela os segredos de seus planos. [Salmos 25.14]

Não espere até amanhã, comece ainda hoje a praticar uma conversa constante com Deus e a meditar continuamente na sua Palavra. As orações permitem que você fale com Deus; as meditações permitem que Deus fale com você. Ambas são essenciais para se tornar amigo de Deus.




[Livro: Uma Vida Com Propósitos - Rick Warrem]                                                                                          Jhonatta H.



Quando Deus PARECE DISTANTE!



Quando Deus PARECE DISTANTE


Ele se escondeu do seu povo, mas eu confio nele e nele ponho a minha esperança.
Isaías 8.17; ntlh

Deus é real, a despeito de como você se sinta.

É fácil adorar a Deus quando as coisas vão bem — quando ele provê comida, amigos, família, saúde e situações felizes. Mas as circunstâncias não são sempre agradáveis. E como então você irá adorar a Deus? O que você faz quando Deus parece estar a milhões de quilômetros?
A mais profunda adoração é louvar a Deus a despeito da dor, dar graças durante a provação, manter a confiança nele em meio à tentação, render-se a ele durante um sofrimento e amá-lo quando ele parece distante.
Amizades são freqüentemente testadas por separação e silên­cio; ou você é separado por uma distância física, ou está impossibi­litado de conversar. Na sua amizade com Deus, não será sempre que você se sentirá próximo dele. Philip Yancey observou sabia­mente: “Todo relacionamento passa por períodos de proximidade e distanciamento, e, no relacionamento com Deus, por mais íntimo que seja, o pêndulo vai oscilar de um lado para o outro”. É aí que a adoração fica difícil.
Para amadurecer a amizade, Deus irá testá-la com períodos de aparente separação — épocas em que se tem o sentimento de que Deus nos abandonou ou esqueceu. Tem-se a impressão de que Deus está a quilômetros de distância. João da Cruz se referiu a esses dias de seca espiritual, dúvida e distanciamento de Deus como “a noite escura da alma”. Henri Nouwen chamou-os de “o ministério da ausência”. A. W. Tozer chamou-os de “o ministério da noite”. Outros o mencionam como “o inverno do coração”.
Com exceção de Jesus, Davi foi provavelmente quem teve uma amizade mais íntima com Deus do que qualquer outra pessoa. Deus teve prazer em chamá-lo um homem segundo o meu coração. Apesar disso, Davi freqüentemente reclamava da aparente ausência de Deus: Por que, Senhor, tu permaneces afastado na hora do sofri­mento? Por que te escondes de mim?; [Salmos 10.1] Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia?; [Salmos 22.1] Por que me rejeitaste? É óbvio que Deus não abandonou realmente Davi, assim como não abandona você. Ele prometeu vári­as vezes: Eu jamais o abandonarei ou rejeitarei. [Deuteronômio 31.8] Mas Deus não prometeu: “Você sempre sentirá a minha presença”. Aliás, Deus re­conhece que algumas vezes esconde a sua face de nós. [Isaías 45.15]. Existem momentos em que ele parece ter desaparecido de nossa vida sem deixar pistas.

Floyd McClung descreve o que acontece: “Certo dia você acorda e percebe que todas as suas sensações de comunhão espiritual se foram. Você ora, mas nada acontece. Você repreende o Diabo, mas isso não muda nada. Você faz exercícios espirituais [...] seus ami­gos oram por você [...] você confessa cada pecado que consegue imaginar, e então sai por aí pedindo perdão a todos que conhece. Você jejua [...] e nada ainda. Você começa a se perguntar quanto tempo essa depressão espiritual irá durar. Dias? Semanas? Meses? Será que ela vai acabar? [...] você tem a impressão de que suas orações simplesmente batem no teto e voltam. Em absoluto deses­pero, você grita: “Qual é o meu problema?”.

A verdade é que não há nada de errado com você! Trata-se de uma parte normal da provação e amadurecimento de sua amizade com Deus. Todo cristão passa por isso ao menos uma vez, e normal­mente várias vezes. É doloroso e perturbador, mas absolutamente vital para o desenvolvimento da sua fé. Ter conhecimento disso deu esperança a Jó quando não podia sentir a presença de Deus em sua vida. Ele falou: Se vou para o Oriente, lá ele não está; se vou para o Ocidente, não o encontro. Quando ele está em ação no Norte, não o enxergo; quando vai para o Sul, nem sombra dele eu vejo! Mas ele conhece o caminho por onde ando; se me puser à prova, aparecerei como o ouro. [Jó 23.8-10] 
Quando Deus parece distante, você pode pensar que ele está zangado ou o está punindo por algum pecado. E na verdade o pecado realmente o desliga de uma amizade íntima com Deus. Nós entristecemos o Espírito de Deus e sufocamos nossa amizade com ele ao desobedecer, entrar em conflito com outras pessoas, nos ocu­par ou ter amizade com o mundo, além de outros pecados.
Mas freqüentemente esse sentimento de abandono e afasta­mento de Deus não tem nenhuma relação com o pecado. É um teste de fé que todos devemos enfrentar. Será que você continuará a amar, confiar, obedecer e adorar a Deus, mesmo quando não sente a sua presença nem há evidência visível da ação divina em sua vida?
Nos dias de hoje, o erro mais comum que os cristãos cometem ao adorar é buscar uma experiência em vez de buscar a Deus. Eles buscam sensações e, se elas ocorrerem, concluem que foram bem-sucedidos em adorar. Errado! Na realidade, Deus em geral afasta as nossas sensações para não dependermos delas. Buscar uma sensa­ção — mesmo uma sensação de proximidade com Cristo — não é adoração.
Quando você é um cristão novo, Deus lhe dá muitas emoções comprobatórias e freqüentemente responde às orações mais imatu­ras e egoístas, tudo para que você saiba que ele existe. Mas, à medida que você crescer na fé, ele irá emancipá-lo dessa dependência.
A onipresença de Deus e a manifestação de sua presença são coisas diferentes. Uma é um fato; a outra é freqüentemente uma sensação. Deus está sempre presente, mesmo que você não perceba sua presença, e sua presença é muito profunda para ser medida por uma mera emoção.
Sim, ele quer que você sinta a sua presença, porém ele está mais inte­ressado que você confie, e não tanto que o sinta. Fé, e não sentimentos, agrada a Deus.
As situações que mais põem à prova a sua fé são aquelas em que a vida desanda e Deus não pode ser achado. Isso aconteceu com Jó. Em um único dia, ele perdeu tudo — sua família, seus negócios, sua saúde e tudo o que possuía. E, o que é pior, ao longo de 37 capítulos, Deus não disse nada!
Como louvar a Deus quando você não compreende o que está acontecendo na sua vida e Deus está em silêncio? Como permanecer em comunhão em meio a uma crise e sem nenhum contato? Como manter os olhos em Jesus quando eles estão cheios de lágrimas?
Você faz o que fez Jó: Então prostrou-se, rosto em terra, em adora­ção, e disse: Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor. [Jó 1.20,21]

Diga a Deus exatamente como você se sen­te. Derrame seu coração perante ele. Descarregue todos os seus sentimentos. Jó fez isso quando disse: Por isso, não posso ficar calado. Estou afli­to, tenho de falar, preciso me queixar, pois o meu coração está cheio de amargura.[Jó 7.11] Quando Deus lhe pareceu distante, ele clamou: Como tenho sau­dade dos dias do meu vigor, quando a amizade de Deus abençoava a minha casa.[Jó 29.4] Deus pode lidar com suas incerte­zas, sua raiva, seu sofrimento, sua confusão e suas indagações. Você sabia que admitir seu desespero para Deus pode ser uma declaração de fé? Confiando em Deus e sentindo desespero ao mes­mo tempo, Davi escreveu: Cri, por isso falei: Estou completamente arruinado.[Salmos 116.10] Isto parece uma contradição: confiar em Deus, mas se sentir destruído! A franqueza de Davi na verdade revela uma pro­funda fé. Primeiro, ele acreditava em Deus. Segundo, ele acreditava que Deus ouviria sua oração. E, terceiro, ele acreditava que Deus o deixaria dizer como se sentia, e ainda assim o amaria.

Concentre-se em quem Deus é — sua natureza imutável. Inde­pendentemente das circunstâncias e de como você se sente, ape­gue-se ao caráter imutável de Deus. Lembre-se daquilo que é eternamente verdadeiro a respeito de Deus: ele é bom, ele me ama, está comigo, sabe por que coisas estou passando, ele se importa e tem um bom plano para minha vida. V. Raymond Edman disse: “Nunca duvide na escuridão do que Deus lhe disse na luz”.
Quando a vida de Jó se desfez e Deus permane­ceu em silêncio, Jó ainda achou os seguintes motivos para louvar a Deus:

•  ele é bom e amoroso; [Jó 10.12]
•  ele é todo-poderoso; [Jó 42.2; 37.5,23.]
•  ele repara em cada detalhe da minha vida; [Jó 23.10; 31.4.]
•  ele está no controle; [Jó 34.13.]
•  ele tem um plano para minha vida; [Jó 23.14]
•  ele vai me salvar. [Jó 19.25]

Confie que Deus cumprirá as promessas. Em tempos de seca espiritual, você deve confiar pacientemente nas promessas de Deus, e não nas emoções. Deve perceber que ele o está levando a um nível mais profundo de maturidade. Uma amizade baseada em emoções é na verdade frívola.
Então, não fique preocupado com os problemas. As circunstânci­as não podem mudar o caráter de Deus. A graça de Deus ainda está a plena força; ele ainda é a seu favor, mesmo que você não possa senti-lo. Na ausência de circunstâncias confirmativas, Jó se apegou à Palavra de Deus. Ele disse: Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca do que ao meu pão de cada dia. [Jó 23.12] 
Essa confiança na palavra de Deus fez que Jó permanecesse fiel, ainda que nada fizesse sentido. Sua fé foi forte em meio à dor: Embo­ra ele me mate, ainda assim esperarei nele [Jó 13.15]
Quando você se sente abandonado por Deus e mesmo assim man­tém sua confiança nele, a despeito de seus sentimentos, você o está adorando da forma mais profunda.

Lembre-se do que Deus já fez por você. Se Deus nunca tivesse feito nada mais por você, ele ainda mereceria seu louvor ininterrupto pelo resto de sua vida, por causa do que Jesus fez por você na cruz. O Filho de Deus morreu por você! Este é o maior de todos os motivos para adorar.
Infelizmente, esquecemos os detalhes cruéis do torturante sacrifí­cio que Deus fez a nosso favor. A familiaridade traz a complacência. Mesmo antes de sua crucificação, o Filho de Deus foi desnudado, espancado até ficar quase irre­conhecível, açoitado, ridicula­rizado e escarnecido, coroado com espinhos e cuspido de for­ma humilhante. Ultrajado e ri­dicularizado por homens desalmados, ele foi tratado pior do que um animal.
Então, quase inconsciente pela perda de sangue, ele foi força­do a arrastar uma cruz colina acima, foi pregado nela e deixado para morrer com a lenta e excruciante tortura da morte por cruci­ficação. Enquanto seu sangue escorria, escarnecedores ficavam ao seu redor e gritavam insultos, desafiando sua afirmação de que era Deus.
Em seguida, como Jesus assumiu em si mesmo a culpa pelos pecados de toda a humanidade, Deus desviou os olhos daquela horrível visão, e Jesus gritou em total desespero: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”. Jesus poderia ter se salvado — mas então não poderia salvar você.
Palavras não podem descrever as trevas daquele momento. Por que Deus permitiu e suportou tão medonho e perverso ato de cru­eldade? Por quê? Para que você pudesse ser poupado da eternidade no inferno e para que você pudesse partilhar de sua glória para sempre! A Bíblia diz: Em Cristo não havia pecado. Mas Deus colo­cou sobre Cristo a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com ele, vivamos de acordo com a vontade de Deus. [2Coríntios 5.21]

Jesus desistiu de todas as coisas para que você pudesse ter todas as coisas. Ele morreu para que você pudesse viver para sem­pre. Somente isso já vale seu agradecimento e louvor contínuo. Você nunca mais deveria se perguntar por que motivo deveria ser grato.






[Livro: Uma Vida Com Propósitos - Rick Warrem]                                                                                              Jhonatta H.